Segunda-feira, 27 de Março de 2017

Gripes

Os estados gripais são como o sexo, aparece quando um gajo menos espera. Num dia está tudo bem, na mais completa normalidade, momentos depois estamos acamados, com o nariz a pingar, a transpirar por todos os lados...

O coito da questão é perceber como um parvo consegue resistir com dignidade a uma forte gripe. O primeiro passo deveria ser ter em casa alguns medicamentos: o básico; para a febre, dor de cabeça, cialis, levitra, cêgripe...

Caso sejas demasiado imbecil para ter em casa um mínimo de comprimidos, usa o telefone: crava alguém para te fazer um servicito em casa. Não, não me refiro a ucranianas loucas: é mesmo alguém que te traga uns comprimidos, uns sumos frescos, alguma fruta e legumes! Não o fazer, não é um acto de coragem: é sinal de estupidez!

E o que fazer quando se é estúpido? Um post e escreve-se sobre isso...

Publicado por Lynce às 15:06

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Domingo, 26 de Março de 2017

A Samanta tinha razão...

Como ela própria escreveu num comentário, “nada negaste a ela.” Mas o pensamento de limitar a absoluta liberdade de opinar angustiava-me. Ao longo de três semanas, reflecti sobre as minhas posições, sorri perante a sacanagem e a malandrice. Fiquei agradecido pela ternura e carinho, aceitei com humildade pontapés "mauzinhos", semelhantes a tantos outros com que tenho sido mimoseado na vida. Tudo bem, são as regras do jogo. Mas o que li hoje de manhã quando abri o email, está muitos degraus abaixo disso, descambou para a injúria e para o insulto, que não me sinto na obrigação de aturar. A indecência, as alucinações, o desatino a loucura, permanecerá, mas não são comentários nada abonatórios, que me retiram o prazer de escrever no meu próprio blogue, isso é que não. Porque dá-me gozo vir aqui.

Publicado por Lynce às 20:28

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Sábado, 25 de Março de 2017

Sexo mecanizado

Hoje dei por mim a pensar como será o sexo com uma prostituta. Nada tenho contra as profissionais da foda, respeito-as como respeito qualquer outra pessoa, mas pensar nessa situação deixa-me constrangido.

Já frequentei vários bares e casas de "strip" em algumas partes do mundo, onde as mulheres se sentam junto a nós a conversar, na tentativa de sacar dinheiro, bebidas e, por fim, algumas fodas! Fui sempre acompanhado com amigos, com o propósito claro de beber um copo e divertir-me, nunca tendo como objectivo o pinanço!

No entanto, o que eu imagino do sexo pago é que, provavelmente, é sexo mecanizado. Do tipo "despe-te e fode-me". E ela a gemer, a fazer de conta que se vem, para depois "vou-me vir querido, ai que me estou a desfazer em leite", na mais reles imitação possível.

Por imaginar a situação, tenho a absoluta certeza que nunca recorrerei aos serviços de uma prostituta seja em que situação for. Para mim, sexo sem “química” não funciona!

Publicado por Lynce às 23:48

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Jogos de sedução

À medida que a idade vai avançando vou percebendo que no sexo o mais importante são os jogos de sedução, que alguém que tem desejos é passível de ser desejado. O jogo da sedução é tudo aquilo que antecede os preliminares.

Publicado por Lynce às 19:45

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Sexta-feira, 24 de Março de 2017

Campo de Trigo com Corvos

Vincent-Van-Gogh-Wheatfield-with-Crows.JPG

Van Gogh personaliza, como poucos, que todos os génios são loucos. Um incompreendido e mal amado, que mendigou a vida inteira, e que só após a sua morte foi imortalizado.

Apesar da sua inépcia para constituir família, Vincent Van Gogh  foi um homem de arrebatadoras paixões, homem de gestos majestosos, cujos alegóricos actos eram impregnados pela sua demência, a coragem física de se “queimar“ pelo amor não correspondido que sentia pela sua prima ou cortar uma pequena parte da sua orelha para oferecer a uma meretriz.

A sua morte foi o culminar indeclinável para um homem ignorado, incompreendido, incapaz de perceber o tempo em que viveu, perfurando o seu próprio peito com uma bala de pistola, bem consciente de que a bala era incapaz de parar a tristeza que durará para sempre.

Campo de Trigo com Corvos, é um quadro que nos arrasta para o tédio, melancolia e solidão, onde simplesmente faltam os amantes escondidos, com vista sobre o campo de trigo.

Publicado por Lynce às 21:55

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Terça-feira, 21 de Março de 2017

...

...Que isto seja esquecido

Publicado por Lynce às 23:57

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Domingo, 19 de Março de 2017

A banhos

É só para dizer que vou a passar uns dias a Copacabana, aproveito para visitar familia e descansar. Desculpem a ausência, mas entre a minha e a vossa felicidade, a escolha é óbvia. Até porque se a vossa felicidade dependesse deste antro de prostituição literária, era  mau sinal.

Como sempre, e porque este blogue é livre, deixem os comentários que entenderem, a caixa está aberta, como sempre esteve. Obviamente que todas as opinadelas serão lidas. Talvez não no imediato, mas garanto-vos que serão lidas e respondidas em tempo oportuno.

Publicado por Lynce às 03:32

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Sábado, 18 de Março de 2017

Amor eterno

Não, este não é mais um post abichanado sobre melancolia como os anteriores.

Acabei de saber que um casal meu amigo, que já namorava desde o tempo em que a televisão ainda era a preto e branco, acabou o seu romance. Este era um daqueles casais que toda a gente garantia ser feitos um para o outro e que teriam, obrigatoriamente, que acabar juntos.

E eu estou a contar-vos isto porquê? Simplesmente porque esta é mais uma prova de que a minha teorioa sobre o amor eterno está certa.

Actualmente, o amor eterno dura, no máximo, 8, 10 anos. Não dura mais do que isso. Mas é muito intenso.

Publicado por Lynce às 20:49

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Terça-feira, 14 de Março de 2017

Rapidinha da noite

Na vida temos de perceber que há guerras inglórias, que não vale a pena travar! Não por temer a derrota, porque quem luta por convicções nunca sai derrotado, mas pela humildade de reconhecer a incapacidade, pelo cansaço de ser o bandeirante de causas perdidas, por uma incapacidade para lutar por ideias no meio da tacanhez do conflito de interesses!

Publicado por Lynce às 22:14

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Domingo, 12 de Março de 2017

Coisas

Agora estou com um bocadinho de pressa, mas não queria deixar de partilhar convosco que o meu carrinho, irrepreensivelmente bem estacionado, quase que foi abalroado hoje pela manhã, quando eu ia para a confeitaria tomar o pequeno-almoço! Tudo isto porque um idiota estava a conduzir distraído a babar-se para uma tipa! Eu aceito e compreendo que um gajo tenha um acidente a olhar para uma mulher boa! Mas… a olhar para uma tipa normal e vestida, é patético!

Publicado por Lynce às 11:51

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Sábado, 11 de Março de 2017

Carta aberta

Cara gaja

Espero que te encontres mal. Espero mesmo que os próximos meses não te traga grande merda. Que o mal que fazes aos outros volte direitinho para ti, a dobrar. Que um dia proves o sabor do teu próprio veneno e morras lentamente. 

Agora, que finalmente te consigo detestar, coisa que não está presente no meu código genético, tenho que elaborar uma lista se não quiser deixar nada de fora. Mas nem vou perder tempo a fazê-lo. Só queria dizer que ganhaste. Que a guerra acabou. Mas a tua vitória não terá o gosto dos vencedores. Ganharás por desistência do teu adversário. Acabaram-se as manipulações, o ciúme patológico, as perseguições, o controlo desmesurado, a possessividade.

Qual abutre, não voltarás a controlar mais os meus movimentos, a estudar-me os passos, em surdina, como boa cobarde que és. Não voltarei mais a olhar para a tua cara e a lembrar-me da merda que foste, do mal que me fizeste. Hoje, metes-me nojo!  Não sei de onde vem esse teu "arrependimento" e porque o fazes agora, nem como aconteceu, mas sinto-o com total desprezo.

É óbvio que também cometi erros. Principalmente por ter acreditado que eras mais e melhor que eu e ter permitido que me manobrasses. Mas acabou. Estou certo que, com a tua sensualidade e o teu poder de sedução, facilmente arranjarás nova presa a quem sugares a alegria, para, que assim, possas apaziguar as tuas tormentas, os teus pesadelos e te esqueças do vazio que és.

Vai à tua vida, gaja, não podes fazer parte do meu mundo, só quando te lembras de mim! 

Publicado por Lynce às 20:36

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Sexta-feira, 10 de Março de 2017

Susto

Hoje de manhã apanhei, talvez, o maior susto da minha vida. Ainda cedo, antes de beber o café da manhã, quando deixava que o carro me conduzisse até ao café do costume, inesperadamente cruzei-me com um leopardo, em plena rua.

Obviamente, entrei em pânico. Acho que ter medo não faz parte do meu código genético, mas cruzar-me com um leopardo logo ao amanhecer é um susto do caralho. Travei o carro subitamente e fiquei a um metro do animal. Ainda assustado, esfreguei os olhos e vi que afinal não era exatamente um leopardo, mas uma gaja vestida com roupa estampada de leopardo.

Quando percebi que afinal não era um bicho selvagem mas um tipa com mau gosto, fiz a pergunta que qualquer pessoa normal faria naquelas circunstâncias: Se a ASAE fecha tanto estabelecimento por tão pouco, não se justificava que fechassem as lojas que insistem em vender roupa daquela?

Publicado por Lynce às 14:34

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Terça-feira, 7 de Março de 2017

Dias tramados

Bem, o título do post é um pouco mentiroso; devia ser dias filhos da puta, mas, perdia toda aquela dimensão poética que a malta tanto gosta.

Mas, retomando, há dias que sem razão ou sentido aparente, nos sentimos... literalmente tramados (reparem como fugi à tentação de escrever fodidos)!

E hoje deixei-me perder na melancolia nostálgica de coisa nenhuma, manietado em pensamentos que não são meus. Teremos todos momentos assim ou será defeito de fabrico!?

Nas últimas semanas estive convicto que a felicidade era um privilégio que me estava negado, pelo que me contentava em saborear os pequenos momentos, momentâneos prazeres. Mas... será que a ausência de felicidade é uma inevitabilidade? Ou, existem por aí pessoas plenamente felizes?

E, a ser verdade, poderei um dia ser um deles? Ou, será verdadeira a minha velha teoria de que a felicidade não existe, é apenas uma utopia ou um conceito, astuciosamente concebido para nos condenar à eterna insatisfação?!

Publicado por Lynce às 14:57

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Segunda-feira, 6 de Março de 2017

Reflexão

O que eu queria mesmo, confesso, era perder o meu bom humor e ser infeliz à vontade, sem ter que dissimular, de dizer que está tudo bem, quando na verdade não está. A isso eu chamo qualidade de vida, poder absoluto. Há tanta gente a querer ser feliz, e eu a lamentar-me, a querer ser infeliz. Quem foi o imbecil que escreveu que ser feliz é que é bom? 

Publicado por Lynce às 23:56

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Íntimos

4 da manhã...Já nada nem ninguém poderá parar o que comecei. A decisão foi minha. Penso nisto. O que mais quero e desejo é guardar aquelas imagens para a vida - as da felicidade - porque as da tristeza, melancolia e sofrimento quero esquecê-las o mais depressa possível.

Publicado por Lynce às 03:57

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Domingo, 5 de Março de 2017

O Amor

Foi uma amarga desilusão e loucos desejos. Toda aquela paixão perdida. Todo aquele tempo passado, que não passa agora de memórias. Umas que já se perderam, outras que se vão perdendo lentamente com o passar do tempo, umas atrás das outras, até que se percam completamente. Esquece-se a mágoa. Esquece-se a desilusão. Esquece-se o amor.  Esquece-se a paixão. Só fica esta saudade de sentir saudades.

Publicado por Lynce às 10:45

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Sexta-feira, 3 de Março de 2017

Desabafo da noite

Chegaram os tempos da trovoada, do granizo, do vento e da chuva, do céu cinzento a tapar o brilho do sol e a levar-me a alegria que ainda me resta. Pela janela do meu quarto vejo a terra alagada, por entre as gotas de água que escorrem vidro abaixo.

Nos últimos dias, o mundo mudou, a paisagem mudou de cores, passando do brilho transparente das manhãs que me faziam lembrar o Verão, às cores cinzentas e negras do Inverno que ainda há-de vir. Este passar os dias, iguais. Sempre iguais...é a melancolia que me cansa.

Publicado por Lynce às 21:34

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Quinta-feira, 2 de Março de 2017

Intimo e pessoal

Quando as palavras são insuficientes, a melhor opção é o silêncio. Mas não consigo, porque a vida seria melhor contigo. Sei que a ferida vai demorar a cicatrizar. E antes de dizer um adeus definitivo, tenho de sarar esta ferida. Sim, são palavras simples, mas são mais sentidas que beijos, carinhos ou abraços; saem do coração. 

Mas, como “o prometido é devido”, escrevo-te uma carta ridícula e caricata, mas que fala sobre o sentimento que ainda não deixei de sentir por ti. Talvez alguns pensamentos não passem de simples desabafos, mas não consigo imaginar outra pessoa a quem os contar, a não ser a ti.

Por outro lado, se me permites, queria deixar-te uma lembrança, num cantinho do teu coração. Pensa o que entenderes, faz com estas linhas o que quiseres. Podes guardá-las, como lembrança de um momento lindo ou simplesmente ignorá-las e deitá-las no lixo.

Por mim, que já te perdi, não tenho mais nada a perder, por isso escrevo esta carta, porque uma queda de um quinto andar magoa tanto quanto uma queda do décimo andar. Se eu tiver de cair, que caia de sítios bem altos. 

As palavras, mais do que os beijos e os abraços, unem as pessoas, mas no nosso caso não foi assim. Despeço-me para sempre. Ou até que o destino nos queira voltar a juntar um dia. Ficas para sempre no meu coração! Levas tudo de mim.

Publicado por Lynce às 22:49

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Quarta-feira, 1 de Março de 2017

Paciência

Aprendi a dizer o que entendo no exacto momento em que sinto que devo fazê-lo. Aprendi a ouvir as maiores insinuações e insultos, sem franzir o sobrolho, deixando que o meu interlocutor morra vitima do seu próprio veneno, asfixiado em paradoxos e num discurso incoerente, provocado pela cólera de sentir que eu não o acho digno e inteligente de uma resposta.

Não estou disponível para alimentar uma guerrilha de palavras, onde se gastam energias, nem tão pouco procuro vencer discussões como quem busca, desesperadamente, por ganhar um troféu para sobreviver. Bato-me pela transparência e não tenho receio que o meu silêncio ou as minhas poucas palavras sejam interpretadas como ignorância. 

Publicado por Lynce às 22:16

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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2017

Vale a pena pensar nisto

Gosto de dissertar sobre coisas verdadeiramente importantes, aquelas que penetram nas nossas inquietas e sábias mentes que gostam de se ocupar de coisas genuinamente importantes.  E hoje quero dissertar sobre a importância de um assunto que me tem intrigado nos últimos dias, e que está intrinsecamente ligado à problemática de não ter matéria para escrever. Se, por um lado, não ter matéria é bom, por outro, de positivo tem muito pouco, ora vejamos: acabei de escrever algumas frases e não disse rigorosamente nada. É bom, não é? 

Publicado por Lynce às 00:06

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